Em 1970 Paul McCartney anunciava o fim do quarteto de Liverpool, quase quarenta anos depois a banda ainda rende suspiros de novos e velhos fãs. Como se não bastasse, a produção do grupo não cessou e recentes lançamentos trazem à tona a incrível empatia do grupo.
No Brasil, acaba de ser lançado o livro The Beatles - A Biografia, escrito por Bob Spitz (jornalista com colaborações corriqueiras no New York Times). A publicação trata de passagens interessantes da banda, como por exemplo a suposta contração de uma DST em 1962 por todos os cinco membros, além dos boatos sobre homossexualidade que enfureceram John.
Guiando este hype todo está o filme livremente adaptado das letras da banda, Across the Universe estreou nos cinemas brasileiros como um misto de fantasia e videoclipe, algo tão unusual nos projetores quanto a herança que o Fab Four deixou. São uma hora e meia de estonteante experiência musical e psicodelia. Quem quiser se deparar com Lucy ou Jude nas telas deve procurar pelo título.
Tudo isso logo após a exposição de Yoko Ono, em São Paulo, no fim do ano passado. A artista plástica teve uma breve estada realizando perfomance e divulgando seu material artístico, que produz desde os anos 50.
Talvez toda esta badalação com o nome Beatles seja apenas a prova de que há a lacuna de um grande mito para ser cultuado.