Ocorrendo simultaneamente em sete continentes e oito países incluindo o Brasil, hoje, a máquina capitalista rendeu-se ao um dos maiores concertos em prol da natureza de todos os tempos, o “Live Earth”. O evento patrocinado pela maior fabricante de lâmpadas e derivados, a Phillips, questiona a todo o momento a emissão de dióxido de carbono a atmosfera, o uso impróprio de sacolas plásticas e o aumento geométrico do número de carros que rodam na superfície terrestre. Ao mesmo tempo em que identifica problemas apresenta-nos soluções para os tais, como: Dar carona para seus amigos (curioso esse), andar a pé curtas distâncias e usar sacolas de pano.
E o que Roger Water e Al Gore tem a ver com isso?
Se não fosse o documentário produzido por Al Gore, Roger não estaria tocando para uma platéia de milhares de pessoas, já que ele não fazia questão em tocar, pois como o mesmo disse não tinha uma razão específica para participar do movimento. Contudo, após constatar que 90% do que Al Gore revelou, a participação no evento tornou-se realidade. Roger poderia estar tocando neste exato momento para uma platéia de pingüins na Antártida preferiu, por outro lado, tocar em Londres. Essa platéia inusitada foi público para uma banda de cientistas que tentam de alguma maneira salvar o continente gelado que muito nos tem a oferecer.
Todo dia, toda hora, todo minuto, todo segundo assistimos nos noticiários, tanto impresso como televisivo as atrocidades que está aos poucos liquidando com o a Nossa Terra. Por isso preserve, economize seja alternativo!
ANSWER THE CALL... Responda ao chamado da Terra...
Brilhante idéia.
Mas creio que infelizmente, espero estar errado, a maioria das pessoas foi ao evento não pelo nobre propósito mas sim pelo fato das celebridades que participaram.
Quanto a polêmica do aquecimento global prefiro não comentar até pelo fato de ninguem apresentar uma causa 100% verídica. Mas como é melhor previnir do que remediar não nos custa nada tentar economizar ao máximo os recursos naturais e nos manter com o necessário afinal no rumo que vai nosso mundo a tendência é só piorar.