Se você quiser fazer um filme, faça. Não espere por grana, não espere o momento ideal, apenas faça.
Quentin Tarantino nasceu nos EUA em 1963. Tão logo se viu atraído pelo cinema ele largou a escola e foi investir por conta própria na carreira cinematográfica. Aos 22 conseguiu emprego em uma locadora de filmes, onde verificava a preferência dos clientes. Isso serviu de base para sua formação.
Após ser incentivado por um amigo ator a produzir um roteiro, concluiu o filme True Romance, acabando por vender os respectivos direitos de produção. Passou a ser reconhecido com o lançamento do independente Reservoir Dogs (Cães de Aluguel) de 1992. Dois anos passados, produziu Pulp Fiction que recebeu a Palma de Ouro em Cannes e foi nomeado ao Oscar de melhor filme. Da Academia ganhou o prêmio de melhor roteiro original.
Após pausa de 6 anos como diretor voltou com projeto próprio intitulado Kill Bill. A Primeira versão foi lançada em 2003 e a seqüência em 2004.
Está em processo de filmagem uma nova obra com o nome de Inglorious Bastards sobre a II Guerra Mundial.
O autor possui uma narrativa peculiar em Hollywood, entretanto rende admiração até mesmo no hemisfério Sul. Selton Mello e Seu Jorge introduzem um magnífico curta-metragem sobre o “código de Tarantino”.
Federico Fellini não gratuitamente é aclamado como um dos maiores cineastas do mundo. Ele produziu com excelência obras de cunho universal, com notável riqueza de símbolos e interpretações críticas do cotidiano.
Mesmo sendo declaradamente católico teve liberdade de analisar a religião com olhos externos. Sua construção minuciosa remete inúmeras vezes a conteúdos cristãos em sua aparente desconexão com a atividade social. Em A Doce Vida (1960) a história do homem sem rumo encerra diversas alegorias sobre escolhas e oportunidades desconsideradas diante da irreflexão. A série de desventuras em que o personagem se mete condenam a postura que o diretor acreditava ser a virtuosa.
Em outro título famoso, 8½ (1963), o Cinema volta a ser questionado se destinado à arte ou ao entretenimento. Na torta linha que o personagem, um diretor de cinema reconhecido, tenta reatar seus dons artístiscos em meio a uma crise de inspiração, a vida pessoal volta à cena diante de um problema maior, a indefinição do próprio protagonista operada por séries de frivolidades.Em especial o caráter dessas duas magnifícas obras é autobiográfico. Na apatia instrospectiva da década de 60 na Itália, o autor quis destacar a angústia que não poucos sofriam. Ponto para a criação do roteiro e dúvida para a moral reverenciada.
Uma paisagem encravada no mar caribenho, de colonização espanhola e francesa. A grande ilha, atualmete dividida com a República Dominicana, foi o destino em que Cristóvão Colombo aportou em 1492. Desde então, a 1ª nação latino-americana a conquistar a independência sofreu repressão de ditaduras, sobretudo a de Papa Doc e seu filho Baby Doc, e atingiu uma nova constituição de eleições diretas em 1990. Após mais um perído de turbulência, o país entrou em crise e foi convocada uma junta internacional para reerguer o eixo político local.
No ano de 2004 a ONU organiza uma força-tarefa sob o comando das tropas brasileiras para estabilizar o Haiti. Além do Brasil, o território conta com o suporte de outros 19 países que enviaram efetivo militar. A missão pacifista teve o mandato estendido até setembro de 2008 podendo ser renovado.
A nova e conturbada eleição de 2006 elegeu Rene Preval como presidente, o “campeão dos pobres”. Sua missão será conter o dissenso político e reformar a economia, que é dependente da cultura do café e manufaturas primitivas.
Local onde a população tem alto índice de analfabetismo, a imprensa se faz presente com a difusão de rádios. Seu afastamento no cenário mundial se deu pricipalmente pelas poucas informações enviadas da capital Porto Príncipe, fazendo do país caribenho uma zona de comunicação limitada. As baixas das forças de paz são ínfimas, no entanto não há informações divulgadas sobre vítimas civis.
Organizações socias como a Assembléia Popular manifestam o desagrado com a presença militar e pedem a desocupação das forças da ONU. São feitas acusações de que as tropas brasileiras promovem massacres e oprimem politicamente a populção, além do fato de a instabilidade política ter se dado a partir da intervenção americana sob o território. O Brasil por se dispor a candidato de cadeira na ONU rapidamente considerou a participação no conflito para ganhar pontos no meio diplomático.
Em 2005 três amigos tiveram a idéia de disponibilizar contéudo audiovisual via streaming na internet. Como a propagação na web se dá de maneira supersônica, logo o portal virou febre mundial.
O site é alçado com vídeos publicados por internautas, e este é o princípio básico do seu sucesso, assim, mesmo as imagens censuradas pela televisão e resguardadas por direitos autorais são facilmente encontradas na sua biblioteca.
Essa profusão de cultura resulta em uma crescente influência do material disponível na plataforma política. Aos montes, links com gafes de políticos e inclusive de atos rebeldes localizados atraem a atenção dos usuários. Recentemente o presidente francês Nicolas Sarkozy foi o mais procurado no tube devido à ofensa que desferiu a um eleitor. No paquistão, o acesso ao site foi bloqueado por razões político-religiosas.
A publicidade absorveu rapidamente essa inovação e propõe insistentemente, em diferentes campanhas, a elaboração de comerciais pelos próprios consumidores, servindo de intermédio justamente os sites de hospedagem multimídia.
A antes toda-poderosa indústria fonográfica sofreu um atentado com a criação do formato mp3 e, agora, agoniza diante da nova mania de lançamentos, bem como de comércio musical, on-line. Ótimo exemplo é o Arctic Monkeys que conquistou o mundo antes à Inglaterra com a inovadora circulação de canções pela rede.
Em 2006 o Youtube foi adquirido pelo Google movimentando a exorbitante quantia de 1,6 bilhão de dólares, embora o capital seja privado o conteúdo não o é. A chamada WEB 2.0 convoca a uma maior interatividade na rede, a participação anônima culmina a uma pluralidade de artigos. A internet se tornou o rancho dos utópicos anarquistas.
A geração posterior à queda do muro de Berlim não panfleteia, sua militância é digital. Seu lazer também.
Se somos a evolução, qual é a razão para construirmos essas coisas?
Transcrito da listagem feita pelo site about.com
1. Bartolomé de Las Casas (1484-1566): Embora não seja um latino-americano por nascimento, não há dúvida de que seu coração era. Esse frade dominicano lutou pela liberdade e direitos dos nativos nos primeiros dias da conquista e colonização, opondo-se convictamente àqueles que ousaram explorar o povo. Se não fosse por ele, o massacre da conquista teria sido imensuravelmente maior.
2. Simón Bolívar (1783-1830): “O George Washington da América do Sul” guiou o caminho da libertação para milhares de latino-americanos. Seu enorme carisma combinado a sua perspicácia militar fizeram dele um dos maiores líderes da Independência Latino-Americana. Ele atuou na libertação de nações como: Colômbia, Venezuela, Equador, Peru e Bolívia.
3. Diego Rivera (1886-1957): Diego Rivera pode não ter sido o único muralista mexicano, mas sem dúvida foi o mais famoso. Junto de David Alfaro Siquieros e José Clemente Orozco, eles trouxeram a arte dos museus para as ruas, provocando polêmica a cada iniciativa.
4. Augusto Pinochet (1915-2006): Ditador chileno entre 1974 e 1990, Pinochet foi uma das peças-chave na Operação Condor, uma ação para intimidar e assassinar opositores de esquerda. A Operação Condor foi um projeto conjunto no Chile, Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia e Brasil, sempre com o apoio do governo norte-americano.
5. Fidel Castro (1926 - ): Esse ardoroso revolucionário que se tornou um austero estadista teve uma profunda influência na política mundial por 50 anos. A pedra no caminho de políticos norte-americanos desde o presidente Eisenhower, ele virou um mártir da resistência anti-imperialista.
6. Roberto Gómez Bolaños [Chespirito, Chaves] (1929 - ): Dificilmente um latino-americano se lembrará do nome Roberto Gómez Bolaños, mas cada um, do México até a Argentina, conhecerá o “Chaves,” o personagem de oito anos interpretado por Gómez (cujo nome artístico é Chespirito) durante décadas. Chespirito fez televisão por mais de 40 anos, idealizando programas humorísticos como Chaves e Chapolin Colorado.
7. Gabriel García Márquez (1927 - ): Gabriel García Márquez não inventou o Realismo Mágico, o mais popular gênero literário da América Latina, entretanto aperfeiçoou-o. Ganhador do Prêmio Nobel de Literatura em 1982, seus trabalhos foram traduzidos para inúmeras línguas e venderam milhões de cópias.
8. Édison Arantes do Nascimento “Pelé” (1940 - ): O filho pródigo do Brasil e provavelmente melhor jogador de futebol de todos os tempos, Pelé ficou famoso pelo seu incansável empenho em ajudar desfavorecidos como embaixador do futebol. A admiração que os brasileiros conservam por ele auxiliou a decair o índice de racismo no seu país de origem.
9. Pablo Escobar (1949-1993): O lendário barão da droga de Medellín, Colômbia, já foi considerado pela Forbes Magazine o sétimo homem mais rico do mundo. Quando em seu apogeu, ele foi o homem mais poderoso da Colômbia e seu império do narcotráfico se estendeu pelo mundo. Para construir seu cartel ele foi ajudado pelos pobres da Colômbia que identificavam nele uma imagem semelhante à de Robin Hood.
10. Rigoberta Menchú (1959 - ): Ruralista da província de Quiché, Guatemala, Rigoberta Menchú e sua família foram engajados na questão dos direitos indígenas. Ela se tornou célebre em 1982 ao ser publicada a sua autobiografia que na verdade foi escrita sem ser creditada por Elizabeth Burgos. Pelo ativismo que demonstrava, Menchú recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1992. Ela continua sendo uma referência mundial na dos nativos.Em 1970 Paul McCartney anunciava o fim do quarteto de Liverpool, quase quarenta anos depois a banda ainda rende suspiros de novos e velhos fãs. Como se não bastasse, a produção do grupo não cessou e recentes lançamentos trazem à tona a incrível empatia do grupo.
No Brasil, acaba de ser lançado o livro The Beatles - A Biografia, escrito por Bob Spitz (jornalista com colaborações corriqueiras no New York Times). A publicação trata de passagens interessantes da banda, como por exemplo a suposta contração de uma DST em 1962 por todos os cinco membros, além dos boatos sobre homossexualidade que enfureceram John.
Guiando este hype todo está o filme livremente adaptado das letras da banda, Across the Universe estreou nos cinemas brasileiros como um misto de fantasia e videoclipe, algo tão unusual nos projetores quanto a herança que o Fab Four deixou. São uma hora e meia de estonteante experiência musical e psicodelia. Quem quiser se deparar com Lucy ou Jude nas telas deve procurar pelo título.
Tudo isso logo após a exposição de Yoko Ono, em São Paulo, no fim do ano passado. A artista plástica teve uma breve estada realizando perfomance e divulgando seu material artístico, que produz desde os anos 50.
Talvez toda esta badalação com o nome Beatles seja apenas a prova de que há a lacuna de um grande mito para ser cultuado.
A outra forma pela qual a cólera pode levar um indivídua a destruir-se é mais direta, ainda que menos evidente. É quando a cólera se volta para o interior de si mesmo. Neste exemplo está o indivíduo colérico consigo mesmo, sendo ele o objeto da própria cólera. Assim, o impulso colérico a matar ou destruir se volta para o interior e o indivíduo é impulsionado diretamente a prejudicar-se a si mesmo.
Há várias formas pelas quais o indivíduo pode colerizar-se consigo mesmo. Um homem pode encolerizar-se consigo mesmo por sua inaptidão, sua estupidez, seu descuido, etc..
Outra forma na qual se provoca a cólera contra si mesmo é através do funcionamento da consciência. Se um homem desafia os ditames da sua consciência, podem liberar-se grandes quantidades de energias destrutoras do Eu.
Sob o impulso dessa cólera contra si mesmo, podem sobrevir as mais variadas e complexas formas de autodestruição, desde uma série de privações e sofrimentos menores até o suicídio.
Inúmeras pessoas se privam desnecessarimente, não só de prazeres, mas também da satisfação de necessidades reais, a fim de satisfazer o aguilhão de uma consciência pertuba e satisfazer à exigência de castigo. Os sentimentos de indignidade, têm como resultado, um descuido da saúde, da comodidade e da tranqüilidade do espírito.
O homem que insulta sem motivo o seu melhor amigo; o jovem que recusa um convite para uma festa que gostaria muito de ir; o homem que se nega a pedir em casamento a jovem que ama e permanece solteiro;a mulher que trabalha até consumir-se; o homem inteligente que insiste em entregar-se a uma rotina mesquinha e monótona, a uma existência sem base alguma para o futuro; as pessoas que parecem procurar acidentes; os que forjam planos condenados irremediavelmente ao fracsso; todos enfim, levados às suas formas de conduta pela, pela necessidade de castigo, pela cólera contra si mesmos.
Há muitos obstáculos para o descobrimento da cpolera, quando a mesma funcina contra o próprio indivíduo. Um desses é que a própria pessoa ignora freqüentemente o motivo da cólera, oculto atrás de sua autonegação ou castigo a si mesmo.
Quando o indivíduo ignora os motivos de sua conduta, há duas maneiras principais para distingui-los. A primeira é o exame das conseqüências da conduta. Se a conduta do indivíduo só serve para prejudicar a ele mesmo, então é mais provável que ele esteja colérico consigo mesmo.
Pelo contrário, se a conduta leva ao sofrimente, à infelicidade e à privação a outras pessoas tanto como ao próprio indivíduo, um estudo mais amplo revela geralmente que o indivíduo tem razão, pelo menos, em estar colérico com essas outras pessoas.
Em realidade, as investigações detalhadas dos sentimentos e histórias da maioria dos casos de suicídio ocorridos, tem revelado que o motivo não era, como geralmente se crê, nem desespero, nem sofrimento, mas, a cólera e a vingança, sendo a cólera contra a vida ou contra o mundo, ou ainda cólera com indivíduos que a pessoa sente que lhe prejudicaram ou frustraram de alguma forma.
Antes de encerrarmos, insistimos no valor da cólera para a sobrevivêcia do indivíduo. Assim como o aspecto destrutivo e desfavorável da cólera está presente na mente das pessoas, também deve ser lembrado o seu aspecto construtivo.
Se não houvesse sido pela cólera, o ser humano, como espécie, teria perdido a luta pela existência e desapareceria da face da terra.
Então quando sentir cólera, aceite a sua presença. Encare-a como algo que deve ser enfrentado. Trate de compreendê-la, sua causa, sua magnitude, contra quem, se é adequada, os outros motivos da pessoa. Fale da cólera a pessoa que a provocou, a um amigo, a um estranho. Emfim, descarregue a caldeira. Livre-se da cólera, fazendo coisa, entregue-se a uma atividade mental ou física capaz de descarregar esse energia."
Há quem me condene, mas eu resolutamente sou um perdedor.
Naturalmente convivo com sucessos e fracassos. Belas e gloriosas vitórias; colossais e ressonantes derrotas.
São estas que encantam, que torturam a consciência abalada e geram o choque que nos torna capazes de assimilar aprendizado. Chega a parecer um disparate argumentar assim a favor das desventuras, mas contextualizando obtém-se um postulado otimista. Tanto mais se erra, mais se aprende, já é de conhecimento popular. Sábio é aquele que no princípio sempre lutou e atingiu a amargura e reflexão como resposta.
Não se trata de cultuar o insucesso, e sim de admiti-lo como benéfico mesmo quando considerado insustentável. A riqueza de espírito não atrai valores materiais, considerando que todo o demais restará farto na nossa mente em plena serenidade.
O contraponto se vê na inegável carência de êxitos do homem, a certa altura será imprescindível que o triunfo ocorra para semear o auto-conhecimento. Quando a dedicação e concentração não bastarem, e o fracasso se apresentar, tenha a certeza de que o ensimento será tanto mais rico do que uma vitória insípida.
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Uma pérola do humor britânico. Monty Python encena a partida entre filósofos da Grécia e Alemanha
Em inglês.
Tradução:
Boa Tarde, e bem-vindos a um compacto estádio Olímpico, Munique...
FILOSOFIA INTERNACIONAL
...para o jogo de volta desta eletrizante partida. E aí vêm os alemães agora, liderados pelo seu capitão, "Nobby" Hegel. Eles certamente são os favoritos esta tarde; atraíram a maior parte do assédio da imprensa com problemas em sua equipe. E vamos ver a escalação inicial.
ALEMANHA
1 LEIBNITZ
2 I. KANT
3 HEGEL
4 SCHOPENHAUER
5 SCHELLING
6 BECKENBAUER
7 JASPERS
8 SCHLEGEL
9 WITTGENSTEIN
10 NIETZSCHE
11 HEIDEGGER
Os alemães utilizam o 4-2-4, Leibnitz no gol, o quarteto defensivo Kant, Hegel, Schopenhauer e Schelling, atacantes Schlegel, Wittgenstein, Nietzsche e Heidegger, e a dupla no meio campo Beckenbauer e Jaspers. Beckenbauer significou uma supresa aqui. Chegam os gregos, comandados pelo seu veterano meio de campo, Heráclito.
GRÉCIA
1 PLATÃO
2 EPÍTETO
3 ARISTÓTELES
4 SÓFOCLES
5 EMPÉDOCLES
6 PLOTINO
7 EPICURO
8 HERÁCLITO
9 DEMÓCRITO
10 SÓCRATES
11 ARQUIMEDES
Vamos avaliar sua equipe. Como era esperado, é uma tática essencialmente defensiva. Platão no gol, Sócrates como ponta, e Aristóteles como líbero.
Aristóteles está em plena forma. Novidade é a titularidade de Arquimedes.
Vemos o árbitro, Confúcio, e seus dois assistentes, Santo Agostinho e São Tomás de Aquino. Os capitães se aproximam para apertar as mãos, estamos prontos para o início desta excitante final. O árbitro verifica sua ampulheta e... ele começa! Nietzsche e Hegel aí. Karl Jaspers número sete no outro lado, Wittgenstein lá está junto dele. Vemos Beckenbauer.
Schelling lá, Heidegger cobrindo. Schopenhauer. Agora são os gregos, Epicuro, Plotino número seis. Aristóteles. Empédocles e Demócrito com ele. Arquimedes. Sócrates, ali está ele, Sócrates. Sócrates lá, avançando. Perto da bola! Perto da bola!... Nós voltaremos com esta estonteante partida quando... alguma coisa interessante ocorrer.
ALEMANHA - GRÉCIA
0 : 0
Bem, pode não haver gols, mas há com certeza um grande êxtase aqui. Como podem ver, Nietzsche acabou de ser advertido por discutir com o árbitro. Ele acusou Confúcio de não ter livre arbítrio, e Confúcio replicou, "Nome vai em livro.". E esse é o terceiro cartão de Nietzsche em quatro jogos. E quem é aquele? É Karl Marx, Karl Marx está aquecendo. Podemos notar que haverá substituição no lado alemão. Obviamente o treinador Martin Luther decidiu ir com tudo para o ataque, já que resta apenas dois minutos para o final. A pergunta é, quem será substituído, quem sairá? Pode ser Jaspers, Hegel ou Schopenhauer, mas vai ser Wittgenstein! E aí entra Marx. Veremos se ele consegue pôr energia no ataque alemão. Evidentemente não. Que decepção. Agora, restando apenas um minuto, o replay de terça-feira parece necessário. Aí está Arquimedes, e eu acho que ele teve um idéia.
Eureka!
Arquimedes toca para Sócrates, Sócrates de volta para Arquimedes, Arquimedes passa para Heráclito, ele dribla Hegel . Heráclito adianta, lá vem ele correndo, lá está Sócrates. Sócrates de cabeça! Sócrates marca! Os gregos enlouqueceram, os gregos enlouqueceram! Sócrates marca, recebeu m lindo cruzamento de Arquimedes. Os alemães estão discutindo. Hegel afirma que a realidade é meramente um a priori adjunto de uma ética não-naturalista, Kant via o imperativo categórico defende que ontologicamente isto existe apenas na imaginação, e Marx reclama que estava impedido.
Mas Confúcio responde a eles com o apito final! Acabou! A Alemanha, que desbancou o famoso trio central inglês com Bentham, Locke e Hobbes na semi-final, foi derrotada por um gol incomum, vamos vê-lo de novo. Gol! Sócrates, Sócrates cabeceia sem chances para Leibnitz. E olhem para os gregos deliciados. Lá estão eles,
"Chopper" Sófocles, Empédocles, grande jogo ele fez. Epicuro, e Sócrates o capitão que marcou provavelmente o mais importante gol de sua carreira.